sábado, 9 de novembro de 2013

Esqueça o que sabe sobre o amor

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Em tempos de sentimentos efêmeros, uma relação conjugal sólida e verdadeira torna-se cada vez mais rara. Um desses exemplos é o de Fred Stobaugh, de 96 anos, que viu o grande amor de sua vida, Lorraine, de 91, falecer após 73 anos de casamento. Embora não seja músico, Fred resolveu eternizar sua amada na letra da canção “Oh Sweet Lorraine”, que enviou para o concurso Green Shoes. O autor revelou que não sabia cantar e elaborou uma carta com a história de seu amor.

Tudo que sabemos a respeito do amor é inacabado. A cada pretensa linha de chegada, o nosso entendimento se depara com uma nova linha de partida. A cada porta atravessada, encontramos mais à frente outra para ser aberta. Fonte inesgotável de vida, o amor é um caminho que clareia, progressivamente, a medida que o percorremos. É como se cada passo nosso descortinasse um pouco mais da sua luz. A jornada é feita de dádivas e alegrias, mas também de imprevistos, embaraços, inabilidades, lições de toda espécie. De vez em quando tropeçamos nos trechos mais acidentados. Depois levantamos e prosseguimos: o chamado do amor é irrecusável para a alma. Desistir dele para ela, é como desistir de respirar.

Texto adaptado de Ana Jácomo

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